24 de Fevereiro, 10h.
Aterragem em Budapeste. Nevoeiro e restos de neve era tudo o que se conseguia ver. No entanto a recepção calorosa, com cartazes no ar, dos nossos dois tugas preferidos em Bongapeste (os pretinhos) parece ter sido suficiente para fazer o nevoeiro desaparecer.
Depois disto, seguiram-se 8 dias de confraternização com os lugares e gentes de Budapeste. Passados os 8 dias o nevoeiro voltou... =P . As gentes de Budapeste não são só gentes de Budapeste, por lá encontramos pessoal de todo o mundo...México, Austrália, Holanda, Itália, Roménia, EUA, Brasil, Alemanha...e mais.
Já os lugares de Budapeste são mesmo lugares de Budapeste, monumentos que são símbolos únicos da cidade e também do país.
As ruas, avenidas e praças,
o monte Gellert,
o Parlamento,
o Palácio Real,
a ilha Margarida,
a Praça dos Heróis,
os Banhos,
o Castelo,
as pontes,
a ópera,
a Catedral de San Esteban,
a Sinagoga e o bairro judeu,
o Danúbio,
os típicos bares de cave por onde vagueamos ao longo de várias noites, os míticos Morrisson's 1 e 2 ou o bar da Fac. de Veterinária,
as Flat Party's,
o legendário Legends e o "para tocar longe",
o Tesco,
as Sopronis,
o Prestige,
os MacDonald's abertos 24h,
o Tram,
os Forints,
a Rakoczy utca, Blahja Luiza Tér, Ferenc Tér, Oktagon, Margitsziget.....e muitos outros lugares com nomes estranhos impossíveis de decorar.
E um grande obrigado ao pequeno Indias Pretuh Buda e ao fininho Garganta Pretuh Peste, por nos terem acolhido durante estes 8 dias de passeio!!! Até Maio moços e quando quiserem vir passar uns dias a Tibães já sabem....e tu também companheiro Ponto Buda, já que fizeste coisas boas durante a viagem...descobriste a ficha elétrica na casa de banho em Genebra, compraste água com gás quando eu morria de sede, cozinhaste, ganhaste as corridas todas de cavalos só para deixares os amigos beberem a Palinka toda e....acho que não fizeste mais nada de jeito....
=)
Abraço
...noites e dias de festa,celebração,alegria...momentos que ficam para sempre! - for those about to Rock I salute you -
quarta-feira, 24 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
23 de fevereiro - Porto-Genebra
A chuva era tanta que mesmo em auto-estrada á velocidade de 50km/h era perigoso circular. Chegamos ao Aeroporto Sá Carneiro descarregamos as malas a correr mas ainda apanhamos uma boa molha!!
Dirigmo-nos ao check-in, grande fila, já so faltavam uns 20 min para o fecho deste. Depois disto, atrasos e mais atrasos...um voo que devia ter saído ás 11h45 do Porto, só teve início já passava um pouco das 14h. Finalmente o avião lá se começou a mecher. Era o meu primeiro voo, estava claro entusiasmado com a situação!!A descolagem foi uma surpresa...uma boa descarga de adrenalina, não estava a contar =). Depois de 5 minutos a olhar para as nuvens baaahh ke sequinha!!Até que se iniciaram as manobras de aterragem em Genébra, que foi espetacular pela vista que proporcionou...o Mont-Blanc á minha direita já mais alto do que o avião e o rio que
serpentiava mais abaixo

Chegada a Genébra, 17h, o voo para budapeste era ás 8h05 do dia seguinte. Tivemos assim tempo de sobra para dar uma volta pela pequena cidade de Genébra. De autocarro até ao centro da cidade demoramos uns 10/15 minutos. O mapa que tinhamos para nos orientar apenas tinha representadas as linhas de autocarro, não tinha ruas nem indicações sobre locais a visitar. Estavamos a visitar Genébra ás cegas!!! Mas como aquilo nem é muito grande e optando por direções aleatórias lá fomos encontrado os principais spots da cidade! Uma Catedral grandiosa a contrastar com as dimensões de tudo o resto que vimos, ruas estreitas e desertas (aqui vai-se para a cama muito cedinho) um parque da cidade completamente desprovido de iluminação e um lago também enorme com ambiente um bocado duvidoso (já depois de escurecer)!! A visita não foi muito demorada, ás 22h estavamos de novo a entrar num autocarro em direcção ao aeroporto ( as máquinas de compra de bilhetes não dão troco rrrrrr, tenho crca de 2 eur em crédi
to nos transportes de Genébra). Chegamos ao areoporto e lá fomos procurar o melhor local para passarmos a noite. Encontramos uns banquinhos que de confortáveis nada tinham...mas pelo menos era quentinho...e ainda dormimos umas horitas! O plano inicial até tinha sido ver um filme e depois sim, tentar dormir, mas Ricardo Ponto Buda esqueceu-se de levar a bateria do pc carregadinha...daaahhh!!Portanto, 23h já não tinhamos nada para fazer e a noite ia ser longa!...e mais, estávamos nós a morrer de sede e este mesmo indivíduo vai ao quiosque mais próximo comprar uma garrafa de 1,5L, entre as opções, água natural e água classic, ele lá se decidiu pela
classic porque se era classic havia de ser melhor..NÃO, não reparou nas bolhinhas que a água tinha, era água com gás...toda a gente sabe que água com gás não tira a sede!!!Depois de um sono torto naqueles bancos, bem dita a hora que alguém se lembrou de ir á casa de banho e reparou que lá tinhamos fichas para por o pc a carregar (isto já por volta da 1h). Tivemos então direito a duas horas de diversao em frente ao pc!! Depois disto chegou um russo (Andrei) todo bem disposto e espantado com o facto de haver gente a passar a n
oite no aeroporto, e começamos a conversar e conversar...e de repente já eram 5h! Já podiamos fazer o check in e passar á zona de embarque, onde existiam uns bancos relativamente mais confortáveis. Seguiram-se umas duas horas de sono cerrado (autênticas pedras) até que tocou o despertador...e siga, embarque para o destino final...BUDAPESTE =) (usualmente mais referenciado nestas paragens por Bongapeste)!
Dirigmo-nos ao check-in, grande fila, já so faltavam uns 20 min para o fecho deste. Depois disto, atrasos e mais atrasos...um voo que devia ter saído ás 11h45 do Porto, só teve início já passava um pouco das 14h. Finalmente o avião lá se começou a mecher. Era o meu primeiro voo, estava claro entusiasmado com a situação!!A descolagem foi uma surpresa...uma boa descarga de adrenalina, não estava a contar =). Depois de 5 minutos a olhar para as nuvens baaahh ke sequinha!!Até que se iniciaram as manobras de aterragem em Genébra, que foi espetacular pela vista que proporcionou...o Mont-Blanc á minha direita já mais alto do que o avião e o rio que
serpentiava mais abaixo
Chegada a Genébra, 17h, o voo para budapeste era ás 8h05 do dia seguinte. Tivemos assim tempo de sobra para dar uma volta pela pequena cidade de Genébra. De autocarro até ao centro da cidade demoramos uns 10/15 minutos. O mapa que tinhamos para nos orientar apenas tinha representadas as linhas de autocarro, não tinha ruas nem indicações sobre locais a visitar. Estavamos a visitar Genébra ás cegas!!! Mas como aquilo nem é muito grande e optando por direções aleatórias lá fomos encontrado os principais spots da cidade! Uma Catedral grandiosa a contrastar com as dimensões de tudo o resto que vimos, ruas estreitas e desertas (aqui vai-se para a cama muito cedinho) um parque da cidade completamente desprovido de iluminação e um lago também enorme com ambiente um bocado duvidoso (já depois de escurecer)!! A visita não foi muito demorada, ás 22h estavamos de novo a entrar num autocarro em direcção ao aeroporto ( as máquinas de compra de bilhetes não dão troco rrrrrr, tenho crca de 2 eur em crédi
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Newton Faulkner - Teardrop
Simples e espantoso, o que este rapaz fez (e faz). Gravar esta música não local tão peculiar. Ele, a sua guitarra e a sua voz.
Myspace Newton Faulkner
Atentem no myspace aos temas originais, vale a pena!
Obrigado pela dica bro nani!
Myspace Newton Faulkner
Atentem no myspace aos temas originais, vale a pena!
Obrigado pela dica bro nani!
domingo, 13 de dezembro de 2009
Dúvidas
Existe por aí alguém que se sinta bem com a presença de dúvidas? O não ter a certeza ou o não saber, que sempre condicionam as nossas acções. É, sem dúvida, uma sensação que trás inquietação. Mas qual seria o entusiasmo da vida se tudo fosse dado como certo??...não faço ideia de, quem gritou o meu nome várias vezes ontem no theatro circo durante a minha actuação...ou se na noite anterior aquilo foi um passo de dança mal finalizado ou se foi uma vontade de abraçar...ou se nas bifurcações é melhor seguir pela direita em vez de ir pela esquerda...se me devia ter mechido quando fiquei parado ou então ter ficado parado quando me movi.
E nestas situações nem sempre há um professor por perto a quem possamos levantar o dedo e tirar a dúvida. Somos nós e as nossas decisões.
domingo, 6 de dezembro de 2009
XVI CELTA

É já no próximo fim de semana, dias 11 e 12, o Cabaret no Theatro Circo.
E se no ano passado a festa foi assim:
Este ano conto com a vossa presença para que seja uma festa ainda maior!!!
Até lá =)
Informações sobre o XVI CELTA
Azeispace
domingo, 22 de novembro de 2009
Porcupine Tree apresenta "the incident" @ Teatro Sá da Bandeira

I love Porcupine Tree. E nem me devia atrever a contar este concerto por palavras.
Sala cheia. Segunda vez que os ia ver a subir ao palco e nem por isso a expectativa esmoreceu um bocado que fosse! Era quase certo que ia assistir a mais um momento musical para recordar por muito tempo, e assim foi.
Lights Out, e desta vez uma voz gravada avisou-nos que não seriam permitidas as filmagens ou fotografias ao concerto, prevenindo assim os "roubos" de máquinas por parte da equipa de segurança :p . Porcupine Tree em palco com a sua imagem mais do que simples, grande ovação e let the incident begins. "Occam's razor" a abrir alertou-nos para o que estava a chegar. O menino Steven desde logo nos informou que o concerto teria duas partes. Uma primeira em que iam tocar a peça "The incident" na totalidade dos seus 55 minutos. Dividida em 14 partes foi interpretada de forma ininterrupta num autêntico brilharete musical e visual.
Muitas das partes foram acompanhadas por pequenos filmes que de certa forma ilustravam a estória da peça. De relevar os momentos de entusiasmo em "drawing the line", a nostalgia de "Timeflies" e a sensibilidade de "I drive the hearse", que finalizou a peça. Aqui era mesmo necessário uma pequena pausa para assimilarmos bem aquilo a que tinha acabado de assistir! Pausa concedida, 10 minutos de intervalo, contagem decrescente a ser visualizada na tela do palco. Vamos um pouco até ao bar babar para cima dos artigos de merchandise, pena os preços elevados. Já de volta á sala ninguém faltou á contagem decrescente dos últimos 10 segundos, num estilo muito á la reveillon, faltou só o champanhe! Dá-se o início da segunda parte com uma música que não poderia ter um nome mais apropriado para ela e para o momento, "the start of something beautiful". Nesta segunda parte foram ouvidos temas já bem mais conhecidos do público em geral. Para mim o ponto alto do concerto foi atingido ao som de "Anesthetize". Não foram tocados os seus 17 minutos ficando reduzida á sua parte mais emotiva e intensa ao que o público respondeu da mesma forma! Perfeito. Steven volta a pegar na sua guitarra acústica mais que carismática, e anuncia que vão tocar uma música nunca antes tocada em Portugal. E surpresa a minha quando se iniciam os
acordes de "Lazarus" =D , fantástica...lá fiquei eu todo deleitado com o momento, lágrima no canto do olho, mais um momento digno de registo. Aquando da despedida do banda é claro que o público não quis acreditar, e não se calou até os PT voltarem ao palco. Houve direito a encore claro. Primeiro ouviu-se "the sound of muzak" e a sua melodia super confortável. Para o final, um momento de comédia....de qualquer maneira uma galinha chia-chia ( igual aos bonecos chiantes que eram oferecidos aos bébés)
foi parar as mãos de Steven Wilson, e ele aproveitou para fazer um pequeno teatro de marionetas, hilariante. Última música...TRAINS. Música que foi mais do que pedida pelo público durante o decorrer do espetáculo. Palmas e vozes do público a acompanhar em sintonia. Pelo meio a galinha chia-chia volta a ser o centro das atenções, primeiro serve de bola de futebol nos toques entre o baixista e o guitarrista, depois de ser assassinada pelo baixista este ainda faz do seu
instrumento taco de baseball e lança a galinha chia-chia pelo ar! Pausa na música para apresentação dos elementos da banda e mais um momento de comédia, um guitarrista americano apresentado ao som de "Born in the U.S.A." e um baixista australiano apresentado ao som de Men at work! É tempo de finalizar a música e de um truque de magia por parte do baterista!! e também da última ovação em tudo merecida!
Muitas das partes foram acompanhadas por pequenos filmes que de certa forma ilustravam a estória da peça. De relevar os momentos de entusiasmo em "drawing the line", a nostalgia de "Timeflies" e a sensibilidade de "I drive the hearse", que finalizou a peça. Aqui era mesmo necessário uma pequena pausa para assimilarmos bem aquilo a que tinha acabado de assistir! Pausa concedida, 10 minutos de intervalo, contagem decrescente a ser visualizada na tela do palco. Vamos um pouco até ao bar babar para cima dos artigos de merchandise, pena os preços elevados. Já de volta á sala ninguém faltou á contagem decrescente dos últimos 10 segundos, num estilo muito á la reveillon, faltou só o champanhe! Dá-se o início da segunda parte com uma música que não poderia ter um nome mais apropriado para ela e para o momento, "the start of something beautiful". Nesta segunda parte foram ouvidos temas já bem mais conhecidos do público em geral. Para mim o ponto alto do concerto foi atingido ao som de "Anesthetize". Não foram tocados os seus 17 minutos ficando reduzida á sua parte mais emotiva e intensa ao que o público respondeu da mesma forma! Perfeito. Steven volta a pegar na sua guitarra acústica mais que carismática, e anuncia que vão tocar uma música nunca antes tocada em Portugal. E surpresa a minha quando se iniciam os
acordes de "Lazarus" =D , fantástica...lá fiquei eu todo deleitado com o momento, lágrima no canto do olho, mais um momento digno de registo. Aquando da despedida do banda é claro que o público não quis acreditar, e não se calou até os PT voltarem ao palco. Houve direito a encore claro. Primeiro ouviu-se "the sound of muzak" e a sua melodia super confortável. Para o final, um momento de comédia....de qualquer maneira uma galinha chia-chia ( igual aos bonecos chiantes que eram oferecidos aos bébés)
foi parar as mãos de Steven Wilson, e ele aproveitou para fazer um pequeno teatro de marionetas, hilariante. Última música...TRAINS. Música que foi mais do que pedida pelo público durante o decorrer do espetáculo. Palmas e vozes do público a acompanhar em sintonia. Pelo meio a galinha chia-chia volta a ser o centro das atenções, primeiro serve de bola de futebol nos toques entre o baixista e o guitarrista, depois de ser assassinada pelo baixista este ainda faz do seu
instrumento taco de baseball e lança a galinha chia-chia pelo ar! Pausa na música para apresentação dos elementos da banda e mais um momento de comédia, um guitarrista americano apresentado ao som de "Born in the U.S.A." e um baixista australiano apresentado ao som de Men at work! É tempo de finalizar a música e de um truque de magia por parte do baterista!! e também da última ovação em tudo merecida! O apelo á não utilização de máquinas fotográficas e telemóveis foi atendido pelo público e foi bem melhor assistir ao concerto sem ter pela frente montes de lcds luminosos a estragar a vista. No entanto houve quem não resistisse a guardar uma pequena recordação =) .
Trains pt1:
Trains pt2:
Trains pt2:
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Um simples prazer
Tocar.
Pode ser um simples momento em que se relaxa, em que se procura criar algo novo, ou então, apenas para ouvir algo que apetece ouvir naquele momento...ou tocar algo especial para alguém especial...ou então pela emoção de tocar em frente a uma plateia que ouve....pelo divertimento....pelo prazer de sentir a distorção do amplificador ligada no máximo...pela adrenalina de algo tocado bem alto e rápido...pela sensação de por cá fora uma emoção...pela libertação e festa que é a música.
Pode ser um simples momento em que se relaxa, em que se procura criar algo novo, ou então, apenas para ouvir algo que apetece ouvir naquele momento...ou tocar algo especial para alguém especial...ou então pela emoção de tocar em frente a uma plateia que ouve....pelo divertimento....pelo prazer de sentir a distorção do amplificador ligada no máximo...pela adrenalina de algo tocado bem alto e rápido...pela sensação de por cá fora uma emoção...pela libertação e festa que é a música.
(Não percebi bem porque é que aqui o video ficou tão escuro. Pelo menos ouve-se bem =p é o que importa...e vê-se a janela lá ao fundo. Fica aqui a promessa de algo com mais Luz num futuro próximo)
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